Alcione: Uma Vida de Música e Paixão no Museu das Favelas
A cantora Alcione, conhecida como A Marrom, está sendo homenageada com uma exposição no Museu das Favelas, no Centro Histórico de São Paulo. A exposição, intitulada “Com Amor, Alcione”, marca os 50 anos de carreira da artista e reúne mais de 650 objetos, incluindo fotografias raras, figurinos, prêmios e itens pessoais.
A exposição, que estreou no Centro Cultural Vale Maranhão (CCVM), faz agora sua primeira itinerância e ganhou um módulo inédito que apresenta Alcione como tributo às pessoas migrantes. Esse módulo se organiza em torno de temas como família, fé, carnaval, migração e das identidades negra e nordestina.
Entre os itens expostos, vídeos e troféus dividem espaço com peças de guarda-roupa e registros fotográficos pouco vistos. Textos de Nei Lopes e Leonardo Bruno, entre outros, acompanham o percurso da cantora. A curadoria é de Deyla Rabelo, Gabriel Gutierrez e Luciana Gondim, com curadoria institucional de Jairo Malta.
O que Esperar da Exposição
- Figurinos e peças de guarda-roupa usadas por Alcione em suas apresentações
- Fotografias raras e registros fotográficos pouco vistos
- Prêmios e troféus conquistados pela cantora ao longo de sua carreira
- Textos de Nei Lopes e Leonardo Bruno, entre outros, que acompanham o percurso da cantora
A exposição “Com Amor, Alcione” é uma oportunidade única para conhecer a vida e a obra de uma das maiores cantoras do Brasil. Com entrada gratuita, a exposição estará em cartaz até 6 de dezembro de 2026, no Museu das Favelas, no Centro Histórico de São Paulo.
Para Gabriel Gutierrez, a itinerância da exposição tem peso geográfico e simbólico, pois “fazer a ponte São Paulo–Maranhão é quebrar mais uma barreira histórica do isolamento do Norte e Nordeste do país”. Alcione, que migrou do Nordeste para o Sudeste, transformou a cultura nacional e agora é homenageada no Museu das Favelas.
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