Conversor de TV 3.0: Entenda o que é e para quem é indicado
O conversor de TV 3.0 é um equipamento que permite adicionar recursos da DTV+ a televisores que não possuem suporte nativo ao novo padrão. Isso inclui resolução 4K, estatísticas integradas, enquetes, opções de áudio e câmeras alternativas em transmissões compatíveis.
No entanto, é importante notar que o sinal digital atual seguirá funcionando normalmente, e ninguém precisa comprar um aparelho para continuar assistindo à televisão aberta. Além disso, a tecnologia ainda passa por testes e tem alcance limitado, funcionando oficialmente apenas em São Paulo, Rio de Janeiro e Brasília, com apenas a Globo aderindo ao padrão até o momento.
Para que serve o conversor de TV 3.0?
O conversor recebe o sinal da DTV+ e libera seus recursos em uma televisão convencional. Ele funciona de forma parecida com os antigos aparelhos usados na transição da TV analógica para a digital, mas acrescenta funções conectadas à internet. Durante uma partida de futebol, por exemplo, o telespectador pode consultar escalações, substituições, cartões e estatísticas pelo controle remoto.
Além disso, as emissoras também podem oferecer enquetes e informações complementares sobre o conteúdo exibido. Outro diferencial está no áudio, permitindo que o telespectador silencie a narração e mantenha apenas o som do campo ou da torcida. Alguns eventos ainda podem oferecer uma câmera adicional, com outro ângulo da partida.
Quanto custa um conversor de TV 3.0?
O receptor DTV+ da Intelbras é encontrado por mais de R$ 600, e o kit já inclui uma antena interna e um controle remoto para acessar os canais e recursos interativos. A Aquário também vende um conversor de TV 3.0, com preço próximo de R$ 700. A instalação é simples e não exige conhecimento técnico avançado.
Quem deve comprar o conversor de TV 3.0?
O conversor faz sentido principalmente para entusiastas que moram em São Paulo, Rio de Janeiro ou Brasília e querem experimentar a DTV+ desde o início. Também pode valer a pena para quem acompanha muitas transmissões esportivas da Globo, já possui uma televisão 4K e tem interesse em recursos como áudio personalizado, estatísticas pelo controle remoto e câmeras adicionais.
No entanto, para a maioria das pessoas, o melhor é esperar. Quem mora fora das três capitais atendidas pode nem conseguir captar o sinal, enquanto quem assiste pouco à Globo terá poucas oportunidades para aproveitar o equipamento.
- Entusiastas que moram em São Paulo, Rio de Janeiro ou Brasília
- Pessoas que acompanham muitas transmissões esportivas da Globo
- Quem já possui uma televisão 4K e tem interesse em recursos interativos
A tecnologia funciona bem e mostra um caminho interessante para a televisão aberta. No entanto, o investimento ficará mais fácil de justificar quando houver mais emissoras, cidades e conteúdos compatíveis, além de televisores com suporte nativo ao padrão.
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