Cristiane Sobral e a Literatura Preta no Viva Maria
O programa Viva Maria, em comemoração ao Julho das Pretas e ao Dia Nacional de Tereza de Benguela, recebeu a escritora Cristiane Sobral para discutir a literatura e a resistência feminina negra. Essa edição foi um tributo às mulheres negras que lutam contra a opressão e a discriminação, destacando a importância da literatura como uma ferramenta de transformação social.
Cristiane Sobral, que é madrinha de um clube de leitura com mais de 300 participantes, destacou a obra de Carolina Maria de Jesus como um pilar de esperança e sobrevivência para as mulheres negras brasileiras. Ela defendeu a maior presença dessas obras em escolas e espaços prisionais, onde a literatura pode ser um instrumento de libertação e empoderamento.
Além disso, Cristiane Sobral anunciou o lançamento de seu novo romance, “Para não chorar no fim”, previsto para setembro. Essa obra promete dar visibilidade aos cenários da periferia do Distrito Federal e da UnB, reforçando a importância da pertença e da identidade na literatura nacional.
- A edição do Viva Maria também celebrou a sinergia da 12ª Marcha das Mulheres Negras, que mobilizou o Brasil no último fim de semana.
- Foram destacados nomes inesquecíveis como Clementina de Jesus, Conceição Evaristo e Lélia Gonzalez, que são referências importantes na luta contra a discriminação racial e de gênero.
- O programa foi um tributo às mulheres negras que lutam contra a opressão e a discriminação, destacando a importância da literatura como uma ferramenta de transformação social.
Essa edição do Viva Maria foi um momento importante para a reflexão sobre a literatura preta e a resistência feminina negra. Com a presença de Cristiane Sobral, o programa destacou a importância da literatura como uma ferramenta de transformação social e empoderamento para as mulheres negras brasileiras.
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