Christian Dior | Alta-costura | Inverno 2026
A segunda coleção de alta-costura de Jonathan Anderson para a Dior foi apresentada no Musée Rodin, em Paris, e trouxe uma inspiração única do trabalho da escultora americana Lynda Benglis. Benglis é conhecida por transformar materiais bidimensionais em formas tridimensionais por meio de técnicas como nós, pregas, dobras e moldagens.
Na passarela, Anderson aplicou esses princípios para criar novas texturas e volumes, plissando, drapeando e retorcendo tecidos. Além disso, explorou superfícies metálicas, iridescentes e brilhantes que remetem às obras da artista. A relação de Benglis com a cidade de Ahmedabad, na Índia, também foi uma fonte de inspiração para parte da coleção.
Detalhes da Coleção
Os motivos florais presentes na coleção fazem referência à série Peacocks, de Benglis. O artesanato indiano também está presente em fragmentos antigos de chintz e indiennes aplicados nas bolsas Petit Dîner e Mini Lady Dior. A icônica Bar Jacket foi reimaginada em versões bordadas e transformada com uma cauda de seda.
- Vestidos com estampas florais, tecidos retorcidos e drapeados;
- Versões maximizadas do leque, elemento que também está presente no convite do desfile;
- Uso de superfícies metálicas, iridescentes e brilhantes para criar um efeito único.
A coleção de alta-costura de Jonathan Anderson para a Dior é um exemplo de como a moda pode se inspirar em outras artes, como a escultura, e criar algo completamente novo e inovador. Com sua atenção ao detalhe e sua habilidade em combinar diferentes técnicas e materiais, Anderson conseguiu criar uma coleção que é ao mesmo tempo elegante e vanguardista.
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