Björk Ocupa a Galeria Nacional da Islândia com “Echolalia”
A cantora islandesa Björk está de volta com um novo projeto artístico, “Echolalia”, que tomou conta da Galeria Nacional da Islândia em Reykjavík. A exposição é fruto de uma parceria com o bordador e diretor criativo James Merry e faz parte da programação do Reykjavík Arts Festival.
A exposição é composta por quatro salas, sendo três delas dedicadas a instalações imersivas de Björk e uma mostra de James Merry. A primeira sala apresenta uma obra inédita feita a partir do próximo álbum da cantora, previsto para 2027, e é a primeira vez que o público tem a oportunidade de ouvir algo do disco.
As outras duas instalações olham para trás e para dentro, e são dedicadas à mãe de Björk, Hildur Rúna Hauksdóttir, que faleceu em 2018. “Ancestress” e “Sorrowful Soil” são peças que nasceram na era do álbum “Fossora” e são apresentadas em escala teatral pela primeira vez.
A quarta sala é dedicada à retrospectiva de James Merry, “Metamorphlings”, que apresenta mais de 80 trabalhos feitos na última década, todos girando em torno da máscara como instrumento de transformação.
A exposição também terá um desdobramento fora do museu, com um set de DJ de Björk no parque Víðistaðatún durante um eclipse solar em 12 de agosto.
- A exposição “Echolalia” está aberta até 20 de setembro na Galeria Nacional da Islândia.
- A festa “Echolalia” acontecerá em 12 de agosto no parque Víðistaðatún.
- O próximo álbum de Björk está previsto para 2027.
A parceria entre Björk e James Merry é um exemplo de como a colaboração pode levar a resultados incríveis, e “Echolalia” é um testemunho disso. A exposição é uma oportunidade única para experimentar a arte e a música de Björk de uma forma imersiva e emocional.
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