8 Artistas LGBTQIA+ Independentes para Ouvir no Mês do Orgulho
No Mês do Orgulho, é importante destacar a diversidade e a riqueza da música brasileira, especialmente aquela produzida por artistas LGBTQIA+. Neste artigo, vamos apresentar 8 artistas independentes que estão fazendo parte do que há de mais interessante na música queer brasileira.
Esses artistas não só já coletaram prêmios e elogios da crítica, mas também estão em ascensão, com um som único e uma mensagem poderosa. Vamos conhecer cada um deles:
- Enme: Do Maranhão, Enme mistura funk, trap, hip hop e afrobeat com os ritmos nordestinos, criando um som único e cativante. Ouça “Coração Rebelde” e “Magia Negra”.
- Bemti: Mineirinho de Serra da Saudade, Bemti combina a viola caipira de dez cordas com synthpop, criando um indie pop que não se parece com quase nada por aí. Ouça “Euforia” e “Catastrópicos!”
- Toni Arcelinni: Cearense em São Paulo, Toni lançou o álbum “Skorpios” em 2025 e acaba de soltar “A Torre”, de batida nostálgica que joga a gente direto nos anos 2000. Ouça “Espião” e “Jeans”.
- Caetana: Pernambucana, Caetana foi a primeira a gravar um frevo cantado por uma travesti no Brasil. Ela mistura frevo, coco de roda e maracatu com hip-hop, trap, funk e black music. Ouça “Bicha Treme Terra” e “Odoyá”.
- Bixarte: Travesti negra de Santa Rita, Bixarte transforma seu trânsito entre o Nordeste e São Paulo em som. “Feitiço”, o álbum que ela lançou em novembro de 2025, parte do rap mas se espalha por trap, afrobeat, forró, reggaeton e cumbia. Ouça “Como Me Olhas” e “Tentação”.
- Jup do Bairro: Do Capão Redondo, Jup faz música, cinema e performance, e começou ao lado de Linn da Quebrada. Em 2025 fechou uma trilogia de cinco anos com “Juízo Final”, seu primeiro álbum. Ouça “Deus Ex Machina” e “Corpo sem Juízo”.
- Nick Cruz: Capixaba, Nick faz o pop direto, sem rodeio, e ainda ocupa um espaço que quase ninguém ocupa: o de homem trans na música brasileira. Ouça “Me Sinto Bem”.
Esses artistas estão fazendo parte de um movimento mais amplo de diversidade e inclusão na música brasileira, e é importante apoiá-los e ouvir suas histórias. No Mês do Orgulho, vamos celebrar a diversidade e a riqueza da música brasileira, e descobrir novos talentos e sons.
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