Novo Sistema de Bloqueio de Celulares Roubados
O Ministério da Justiça anunciou uma nova tecnologia que permite o bloqueio do IMEI do celular no momento em que o boletim de ocorrência é registrado, nos 14 estados participantes do projeto. Essa plataforma funciona como uma evolução do programa Celular Seguro e permite o monitoramento de aparelhos subtraídos em tempo real.
A nova Base Nacional de Celulares Roubados ou Furtados acelera a resposta das forças de segurança e protege os dados do cidadão de forma mais eficiente. O sistema reúne informações do aplicativo, dos boletins de ocorrência e de bancos de dados estaduais de maneira automática, eliminando a necessidade de processos manuais por parte das polícias locais.
Funcionamento do Sistema
O sistema permite o bloqueio imediato do aparelho e o acesso a funções avançadas, como a suspensão online de contas bancárias vinculadas ao dispositivo. Além disso, o projeto prevê medidas adicionais de proteção financeira para os usuários.
A integração dos dados acontece de maneira automática, o que facilita a comunicação com a base nacional. As polícias conseguem acompanhar a movimentação dos aparelhos na rede de telefonia, ampliando as chances de o dono reaver o bem de forma segura.
Estados Participantes
Nesta fase inicial, o bloqueio imediato do aparelho e o acesso a funções avançadas estão disponíveis em 14 estados: Acre, Amazonas, Amapá, Pará, Rondônia, Roraima, Tocantins, Alagoas, Bahia, Ceará, Maranhão, Piauí, Rio Grande do Norte e Sergipe.
Nos demais estados e no Distrito Federal, a chegada das ferramentas depende de acordos de cooperação técnica. A Secretaria Nacional de Segurança Pública já iniciou o contato para expandir o projeto de forma gradual em todo o país.
- Os estados que já utilizam o Procedimento Policial Eletrônico terão prioridade na implementação do sistema.
- O governo destaca que a nova estrutura gera inteligência operacional e respeita as estratégias de segurança que já funcionam nos estados.
- O objetivo final é reduzir a dependência de ações prévias do usuário e sufocar o mercado ilegal de dispositivos móveis no Brasil.
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