Brasil Monitora Impacto da Guerra na Distribuição de Medicamentos
O ministro da Saúde, Alexandre Padilha, expressou preocupação com o impacto da guerra no Oriente Médio na cadeia global de distribuição de medicamentos. A guerra entre os Estados Unidos (EUA) e Israel contra o Irã pode afetar a produção e distribuição de medicamentos, devido à dependência da indústria farmacêutica de produtos derivados do petróleo.
Padilha destacou que “toda a guerra faz mal à saúde” e pode afetar a cadeia de distribuição global de medicamentos. Ele também mencionou que o ministério está monitorando a situação e, até o momento, não houve impacto em custos logísticos.
Desde o início da guerra, o preço do barril de petróleo aumentou significativamente, chegando a US$ 120. Isso pode afetar a produção de medicamentos, pois muitos deles dependem de produtos derivados do petróleo. Além disso, a dificuldade de transporte do petróleo no Estreito de Ormuz, controlado pelo Irã, pode aumentar os custos e reduzir a disponibilidade de medicamentos.
Impacto na Cadeia de Distribuição
O ministro da Saúde também mencionou que conversou com autoridades da China e da Índia sobre os impactos da guerra nas rotas de entrada e saída de insumos para medicamentos. Ele destacou que a guerra pode afetar a produção de medicamentos, especialmente se houver um aumento do preço do petróleo internacional.
Alguns dos principais pontos de preocupação incluem:
- Aumento do preço do petróleo e sua consequente afetação na produção de medicamentos
- Dificuldade de transporte do petróleo no Estreito de Ormuz
- Impacto na cadeia de distribuição global de medicamentos
O Brasil está monitorando a situação e trabalhando para minimizar os impactos da guerra na distribuição de medicamentos. O ministério da Saúde está em contato com autoridades internacionais para discutir estratégias para mitigar os efeitos da guerra na saúde pública.
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