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Programas usados pela PF para acessar celulares rastreiam até mensagens apagadas

Programas usados pela PF para acessar celulares rastreiam até mensagens apagadas

A Polícia Federal utiliza aplicativos tecnológicos avançados para investigações criminais que envolvem apreensão de celulares e notebooks. Esses aplicativos permitem a quebra de criptografia e recuperação de mensagens apagadas, o que é fundamental para desvendar crimes complexos.

Entre as ferramentas utilizadas pela PF, destacam-se o Cellebrite, de uma empresa de Israel, e o GrayKey, dos Estados Unidos. Com esses programas, é possível fazer uma cópia bruta de tudo que há no aparelho, incluindo mensagens apagadas. Os peritos chamam essa operação de “cópia bit por bit”.

Além disso, os peritos podem recuperar logs de mensagens, mesmo que sejam de visualização única. Isso permite descobrir detalhes da comunicação, como o horário de envio da mensagem e o destinatário. No caso do banqueiro Daniel Vorcaro, por exemplo, os peritos conseguiram recuperar mensagens apagadas e identificar o destinatário.

  • O Cellebrite é responsável por recuperar mensagens apagadas.
  • O GrayKey quebra a criptografia de aparelhos da Apple e baixa todos os arquivos do dispositivo para análise forense.
  • O Indexador e Processador de Evidências Digitais (IPED) é utilizado para organizar arquivos, transcrever áudios e facilitar a busca.

A recuperação de arquivos apagados ou criptografados é possível através do uso de ferramentas especializadas, como as usadas pela PF. Isso permite que os peritos obtenham informações valiosas para as investigações criminais.

Em resumo, a Polícia Federal utiliza programas avançados para acessar celulares e recuperar mensagens apagadas, o que é fundamental para desvendar crimes complexos. Com essas ferramentas, os peritos podem obter informações valiosas e resolver casos que, de outra forma, seriam difíceis de solucionar.

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