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Columbus, Ohio
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Um Tributo à Longevidade na Dança

O “Elixir Festival 2026” em Londres, de 7 a 11 de abril, é um evento que busca mudar a percepção de que a dança é uma expressão artística restrita a corpos jovens. Uma das principais atrações é a encenação de “Kontakthof”, peça emblemática do repertório da lendária Pina Bausch, cuja estreia em 1978 consolidou seu reconhecimento internacional.

Quase cinco décadas depois, a coreógrafa Meryl Tankard está à frente do espetáculo “Kontakthof – echoes of ’78”, no qual nove dos bailarinos originais retornam aos seus papéis. A produção explora uma interação entre o passado e o presente, com a projeção de imagens de antigas apresentações. Bausch definia Kontakthof como “um lugar onde pessoas se encontram em busca de contato. Para se mostrar, para se negar. Com medos. Desejo. Decepções. Desespero. Primeiras experiências. Primeiras tentativas”.

Outros destaques do festival incluem a presença de Charlotta Öfverholm, coreógrafa e bailarina sueca de renome internacional, que criou mais de 30 produções que excursionaram pelo mundo. Em 2015, ela lançou o Age on Stage, um movimento que defende a presença de artistas veteranos nos teatros e no cinema.

Além disso, a Company of Elders, criada em 1989, cujos participantes têm mais de 60 anos, também se apresentará no festival. E, por fim, Louise Lecavalier, de 67 anos, protagoniza “Danses vagabondes” (“Danças vagabundas”), conhecida por sua atuação frenética e tecnicamente desafiadora.

Esses espetáculos demonstram que a dança não tem idade e que a experiência e a maturidade podem ser uma fonte de inspiração e criatividade. O festival é um tributo à longevidade na dança e uma celebração da arte e da expressão humana.

  • Kontakthof – echoes of ’78: uma produção que explora a interação entre o passado e o presente.
  • Charlotta Öfverholm: coreógrafa e bailarina sueca de renome internacional.
  • Company of Elders: uma companhia de dança cujos participantes têm mais de 60 anos.
  • Louise Lecavalier: bailarina de 67 anos que protagoniza “Danses vagabondes” (“Danças vagabundas”).

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