Neil Sedaka e o Pop Rock Brasileiro
O falecimento do cantor, compositor e pianista norte-americano Neil Sedaka, em 27 de fevereiro de 2026, aos 86 anos, trouxe à tona a influência de suas músicas nos primórdios do pop rock brasileiro. Entre 1959 e 1960, versões em português de seus hits, geralmente feitas com letras escritas por Fred Jorge, foram gravadas por cantores como Carlos Gonzaga, Celly Campello e Sérgio Murillo.
Essa época foi fundamental para o desenvolvimento do pop rock brasileiro, que floresceu entre o fim dos anos 1950 e o início da década de 1980. A revolução do rock’n’roll, liderada por Elvis Presley em 1956, foi um dos principais fatores que contribuíram para o crescimento do gênero no Brasil.
As Versões em Português
Algumas das versões em português de hits de Neil Sedaka que se destacaram incluem:
- “Estúpido cupido”, versão de “Stupid cupid” (1958), gravada por Celly Campello em 1959;
- “O diário”, versão de “The diary” (1958), gravada por Carlos Gonzaga em 1959;
- “Oh! Carol”, versão de “Oh! Carol” (1959), gravada por Carlos Gonzaga em 1960;
- “Diabinho”, versão de “Little devil” (1960), gravada por Carlos Gonzaga e Celly Campello em 1961.
Outros cantores, como Sérgio Murillo e Tony Campello, também gravaram versões de músicas de Neil Sedaka, contribuindo para a popularização do gênero no Brasil.
Conclusão
Em resumo, as versões em português de hits de Neil Sedaka desempenharam um papel importante nos primórdios do pop rock brasileiro, entre 1959 e 1960. Essas gravações, feitas por cantores como Carlos Gonzaga, Celly Campello e Sérgio Murillo, ajudaram a definir o gênero e a criar uma base para o desenvolvimento do pop rock brasileiro nas décadas seguintes.
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