Banco Pleno foi liquidado: o que muda e quais cuidados tomar
O Banco Central do Brasil decretou a liquidação do Banco Pleno, uma instituição financeira que vinha enfrentando uma crise após a deterioração de sua situação econômico-financeira. Com isso, os clientes do banco precisam saber o que muda e quais cuidados tomar para proteger seus interesses.
O que é a liquidação extrajudicial?
A liquidação extrajudicial significa que o Banco Pleno deixa de operar normalmente e passa a ser administrado por um liquidante nomeado pelo Banco Central. O objetivo é organizar o encerramento das atividades e quitar as obrigações do banco.
Quais são os principais cuidados para os clientes?
- Clientes devem acompanhar as comunicações oficiais do Banco Central e do Fundo Garantidor de Créditos (FGC) para saber como proceder.
- Depósitos em conta corrente, poupança, CDBs e outros produtos cobertos pelo FGC estão garantidos até R$ 250 mil por CPF ou CNPJ, por instituição.
- Clientes com valores acima do limite garantido podem ter de aguardar o andamento da liquidação para eventual pagamento adicional.
- Dívidas de clientes, como empréstimos e financiamentos, continuam válidas e devem ser pagas conforme as condições contratadas.
O que fazer com as contas e cartões do Banco Pleno?
Clientes devem reorganizar suas finanças, verificar débitos automáticos vinculados à conta e, se necessário, redirecionar recebimentos para outra instituição com conta ativa. Cartões e aplicativos do banco deixam de funcionar após a liquidação.
Qual é a relação do Banco Pleno com o Banco Master?
O Banco Pleno teve ligação com o grupo do Banco Master no passado, mas a liquidação extrajudicial foi decretada com base na situação econômico-financeira do próprio Banco Pleno, e não tem nada a ver com a liquidação do Banco Master.
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