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Americanos criam site que reúne e-mails e documentos ligados ao caso Epstein

Site Jmail: uma ferramenta para explorar os documentos do caso Epstein

Dois americanos criaram um site que simula a caixa de entrada de e-mail de Jeffrey Epstein, permitindo que qualquer pessoa explore os arquivos relacionados ao escândalo sexual investigado pelas autoridades dos Estados Unidos. O site, chamado Jmail, replica a interface do Gmail para organizar os documentos em formato pesquisável.

O Jmail foi desenvolvido pelo engenheiro de software Riley Walz e pelo desenvolvedor Luke Igel, e pode ser acessado pelo endereço https://jmail.world/. A página foi criada após a liberação de mais de 3 milhões de arquivos relacionados ao caso Epstein, com o objetivo de ajudar a população a entender melhor o contexto das conversas e dos registros.

Como funciona o site Jmail

O site opera de forma semelhante ao Gmail tradicional. As mensagens aparecem organizadas em ordem cronológica na caixa de entrada, exibindo o nome do remetente e o assunto. Ao clicar em um item, o usuário acessa o conteúdo completo do e-mail. Uma barra de busca localizada no topo permite pesquisar nomes de pessoas, palavras-chave ou termos específicos presentes nos documentos divulgados pelas autoridades.

Além do simulador de e-mail, o projeto inclui versões que imitam outros serviços do Google, como o Google Fotos e o Google Drive, para exibir imagens e arquivos originais liberados pela Justiça americana. O site também apresenta o histórico de voos atribuídos a Epstein, com datas e trajetos, além de um globo terrestre em 3D que permite visualizar todas as rotas registradas.

O caso Epstein

Segundo autoridades americanas, o bilionário Jeffrey Epstein foi acusado de comandar uma rede de tráfico sexual envolvendo menores de idade. De acordo com a acusação, entre 2002 e 2005 ele pagava quantias em dinheiro para que adolescentes fossem até suas propriedades e realizassem atos sexuais. As investigações afirmam que algumas menores também eram incentivadas a recrutar outras garotas para o esquema.

As investigações apontam que os abusos ocorreram principalmente no início dos anos 2000. Epstein foi preso em 2019, mas morreu cerca de um mês depois enquanto estava sob custódia. A conclusão oficial das autoridades americanas foi de que o empresário tirou a própria vida dentro da prisão.

  • O site Jmail é uma ferramenta para explorar os documentos do caso Epstein.
  • O site replica a interface do Gmail para organizar os documentos em formato pesquisável.
  • O site inclui versões que imitam outros serviços do Google, como o Google Fotos e o Google Drive.

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