Reabilitação com Tecnologia de Ponta: O Caso de Priscila
Priscila Daht Mitt Costa, uma médica de 37 anos, enfrentou um desafio inesperado quando foi diagnosticada com a Síndrome de Guillain-Barré, uma condição que a levou à UTI e à perda parcial dos movimentos. No entanto, durante sua internação no Hospital Moinhos de Vento, ela teve acesso a recursos de fisioterapia inovadores, incluindo o Andago, um equipamento suíço de marcha robótica que permitiu que ela iniciasse o treino de caminhada com segurança.
O Andago é um equipamento que sustenta parte do peso do paciente, permitindo que ele inicie o treino de marcha mesmo quando não consegue se sustentar em pé. Com o Andago, Priscila conseguiu dar seus primeiros passos novamente e, ao final de sua internação, já estava caminhando com apoio de um andador comum. Essa história reflete o impacto direto dos investimentos do Hospital Moinhos de Vento em inovação e qualidade assistencial.
Benefícios da Tecnologia para Pacientes e Equipe Assistencial
A incorporação do Andago e de outras tecnologias no Hospital Moinhos de Vento trouxe benefícios significativos para pacientes e equipe assistencial. Alguns dos principais impactos incluem:
- Aumento da segurança: o Andago permite que pacientes com fraqueza muscular importante iniciem o treino de marcha com segurança, reduzindo o risco de queda.
- Ampliação das possibilidades terapêuticas: o equipamento permite que pacientes com peso elevado ou grande limitação funcional sejam colocados em pé e iniciem movimentos fundamentais para a recuperação com risco mínimo de queda.
- Reabilitação mais precoce e eficiente: o Andago permite que pacientes treinem os gestos da marcha ainda durante a internação, contribuindo para uma reabilitação mais integrada ao processo de recuperação hospitalar.
Para a superintendente assistencial e de educação do Hospital Moinhos de Vento, Vania Rohsig, a incorporação dessas tecnologias reflete uma visão integrada de cuidado e formação em saúde. “Investir em inovação assistencial significa qualificar a experiência do paciente, ampliar a segurança clínica e fortalecer a capacidade das equipes de atuarem de forma cada vez mais resolutiva, com impacto direto na recuperação e nos desfechos assistenciais”, destaca.
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