Conheça o Asteroide “Assassino de Planetas” Que Passou Perto da Terra
Um enorme asteroide, conhecido como 2005 UK1, fez uma passagem próxima ao planeta Terra na segunda-feira, 12 de janeiro de 2026, sem representar qualquer perigo para a Terra. De acordo com os cientistas, o asteroide tem um diâmetro estimado de pouco menos de um quilômetro e meio e passou a uma distância perfeitamente segura de 12,4 milhões de quilômetros.
Embora a distância seja considerada segura, é raro um objeto tão grande se aproximar tanto da Terra. O asteroide 2005 UK1 é classificado como “potencialmente perigoso” porque sua órbita pode levá-lo a uma distância de 19,5 vezes a distância da Lua. No entanto, desta vez ele passou a uma distância de 32 vezes a distância da Lua.
O que aconteceria se o asteroide 2005 UK1 atingisse a Terra?
Se o asteroide 2005 UK1 atingisse a Terra, poderia causar danos regionais significativos devido ao seu tamanho. Com um diâmetro de mais de um quilômetro, ele é grande o suficiente para ser considerado um “assassino de planetas” devido às consequências globais que um impacto desse tipo poderia ter.
É importante notar que o asteroide 2005 UK1 é significativamente maior do que asteroides responsáveis por impactos na Terra no passado, como o meteoro de Chelyabinsk em 2013 ou o evento de Tunguska em 1908. No entanto, ele não terá nenhum efeito gravitacional ou físico sobre a Terra.
- O asteroide 2005 UK1 foi descoberto em 24 de outubro de 2005 pela equipe de levantamento topográfico do Monte Lemmon, no Arizona.
- Ele fez sua maior aproximação às 13h21 UTC do dia 12 de janeiro.
- O asteroide é grande o suficiente para causar danos regionais significativos caso colidisse com a Terra.
Em resumo, o asteroide 2005 UK1 é um objeto celestial significativo que passou perto da Terra, mas não representa qualquer perigo para o planeta. É importante continuar a monitorar a órbita desse asteroide e outros objetos celestes para entender melhor os riscos e consequências potenciais de impactos.
Este conteúdo pode conter links de compra.
Fonte: link