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Exército dos EUA é proibido de atirar em animais para treinar médicos de guerra

Exército dos EUA é Proibido de Atirar em Animais para Treinar Médicos de Guerra

A Lei de Autorização de Defesa Nacional de 2026, aprovada em 18 de dezembro, proíbe as Forças Armadas dos Estados Unidos de usar animais vivos, como cães, gatos, primatas não humanos e outros mamíferos, para exercícios de treinamentos em campo de batalha. Essa proibição visa acabar com a prática de abater cabras e porcos no preparo de médicos para tratar soldados feridos.

Segundo um relatório de 2022 do Escritório de Contabilidade do Governo dos EUA, animais vivos são usados em treinamento de trauma porque seus órgãos e tecidos são semelhantes aos dos humanos, apresentando variações biológicas que podem complicar o tratamento e oferecer oportunidades para controlar condições médicas. No entanto, a prática é alvo de denúncias por organizações ativistas e legisladoras há décadas.

Exceções às Regras

Ainda assim, o Departamento de Defesa continuará a autorizar outros procedimentos envolvendo animais, incluindo esfaqueamento, queimaduras e uso de equipamentos contundentes. Os chamados “ferimentos por armas” só serão permitidos se forem classificados como testagem de armas em animais, e os animais devem ser anestesiados.

A lei também orienta que as forças militares passem a utilizar simuladores avançados, manequins, cadáveres ou atores. Ativistas dos direitos dos animais alegam que a tecnologia de simulação de tratamento de ferimentos avançou muito nas últimas décadas, de forma que as Forças Armadas não precisam mais usar animais vivos em seus treinamentos.

  • Simuladores avançados
  • Manequins
  • Cadáveres
  • Atores

O Comitê de Médicos para a Medicina Responsável defende que porcos e cabras anestesiados pouco contribuem para preparar médicos de combate, e que “roupas de simulação” usadas por pessoas são muito mais eficazes na reprodução de um ser humano ferido.

A nova proibição chega como um esforço legislativo em diminuir práticas “ultrapassadas e desumanas”, segundo Vern Buchanan, político republicano do estado da Flórida e atuante na luta pelos direitos dos animais.

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