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Quem é a ativista carioca escolhida por Lula como jovem campeã da COP30

Marcele Oliveira: A Jovem Ativista Climática que Está Fazendo a Diferença

A 30ª Conferência das Nações Unidas sobre Mudança Climática (COP30) foi realizada em Belém, no Pará, entre os dias 10 e 21 de novembro. Durante o evento, a ativista climática e produtora cultural carioca Marcele Oliveira, de 26 anos, foi eleita para ocupar o cargo de Campeã da Juventude. Oliveira foi escolhida pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva entre 154 candidatos.

Marcele Oliveira é uma jovem mulher negra do Brasil que se tornou ativista climática por necessidade, não por escolha. Ela começou a acompanhar as conferências do clima por causa do racismo ambiental no seu território e entendeu a importância da participação da juventude na solução da crise climática. Ao assumir o posto de Campeã da Juventude, Oliveira formou um comitê participativo com outros seis nomes, que representam seis regiões e biomas do Brasil.

A COP30 foi uma conferência diferente das anteriores, pois foi realizada em um país democrático e contou com a participação de jovens de todos os biomas do Brasil. O comitê liderado por Oliveira ajudou a formular a decisão final da conferência, que incluiu uma menção inédita a afrodescendentes. Além disso, o Brasil se comprometeu a levar a pauta da transição energética adiante ao longo do próximo ano.

Marcele Oliveira acredita que a COP30 teve um legado importante para o mundo e para o Brasil, de democratização da pauta climática. Ela também destaca a importância da participação da juventude nas negociações climáticas e da necessidade de incluir referências que façam sentido para as comunidades locais.

Algumas das principais questões abordadas por Marcele Oliveira incluem:

  • A transição energética e a necessidade de se afastar dos combustíveis fósseis;
  • A importância da participação da juventude nas negociações climáticas;
  • A necessidade de incluir referências que façam sentido para as comunidades locais;
  • A importância da justiça climática e da justiça social.

Marcele Oliveira é um exemplo de como a juventude pode fazer a diferença na luta contra a crise climática. Ela demonstra que a participação ativa e a liderança podem levar a mudanças significativas e que a justiça climática é uma questão de justiça social.

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