5 Curiosidades sobre o Desfile de Alta-Costura Verão 2026 da Dior
O desfile de alta-costura verão 2026 da Dior foi um evento marcante, com a estreia de Jonathan Anderson como diretor criativo da maison. Aqui estão cinco curiosidades sobre essa coleção:
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O desfile foi aberto por um vestido drapeado em espiral, que foi inspirado pela relação de Jonathan com a artista e ceramista Magdalene Odundo. O vestido foi confeccionado com uma estrutura superleve e minúsculos fios de tule, plissada e costurada à mão.
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Jonathan Anderson também quis expandir a oferta de acessórios couture, levando à passarela joias, bolsas e sapatos concebidos com o mesmo rigor técnico e artesanal das roupas. As bolsas foram confeccionadas com tecidos franceses do século 18, enquanto os sapatos fazem referência a criações de arquivo de Roger Vivier.
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As joias foram criadas a partir de materiais inusitados, como fósseis, fragmentos de meteoritos e camafeus romanos. Além disso, os broches emoldurados por pérolas abrigam obras de arte em miniatura de Rosalba Carriera e John Smart.
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As flores foram protagonistas da coleção, com inspiração vinda de um buquê de ciclâmen que Jonathan recebeu de John Galliano. As pétalas de ciclâmen apareceram em vários looks, incluindo brincos pendentes de latão laqueado e de seda esculpida, sapatos adornados com pétalas e sedas recortadas.
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O desfile foi realizado no Musée Rodin, que foi inteiramente revestido por espelhos vintage e flores suspensas no teto. Além disso, a estreia de Jonathan Anderson foi marcada por presenças ilustres, incluindo John Galliano, Rihanna e Greta Lee.
Essa coleção foi um exemplo de como a alta-costura pode ser uma forma de arte, com detalhes precisos e materiais únicos. Além disso, a referência a aqueles que construíram a maison antes de Jonathan Anderson é um exemplo de como a Dior valoriza sua história e sua herança.
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